Em 2019, estávamos contratando desenvolvedores. Entrevistamos dezenas. O padrão era sempre o mesmo: gente que sabia usar frameworks mas não conseguia explicar o que acontecia por baixo. Reproduziam tutoriais. Os cursos disponíveis reforçavam isso.
A aposta foi simples: ensinar fundamentos antes de qualquer framework. 700 desenvolvedores se formaram nessa lógica. Nas entrevistas técnicas, a diferença aparecia.
Hoje o padrão se repete com IA. "Vibe coding" gera software rápido, mas gera software frágil. Sem arquitetura, sem segurança, sem noção do que o código faz. Os vazamentos já começaram. E vazamento de dados tem consequência jurídica.
A Codar.me existe pelo mesmo motivo de sempre: ensinar a construir direito. Antes, o tema era programação. Agora, é IA aplicada.
A maioria das empresas chega com uma lista de features ou um deck de 40 páginas. Nenhuma das duas coisas é o problema real. O trabalho começa antes: encontrar a dor que justifica o produto existir.
Depois disso, velocidade. MVP enxuto, no ar rápido, aprendendo com uso real. O SaaS 01 da Codar.me saiu do zero para produção em 3 dias e faturou R$ 49 mil nos primeiros 60 dias. Sem rodada de investimento, sem time grande, sem meses de planejamento.
Esse é o método que aplicamos em consultoria, ensinamos nos cursos e usamos nos nossos próprios produtos. A prática alimenta tudo.

Fundador e CTO
Transformo negócio em produto. Produto em código. Sem ruído no meio.
Escreve código desde 2006. Developer, tech lead, CTO. Sempre no ponto onde negócio vira produto e produto vira sistema. Hoje, 100% do código que produz é assistido por IA.
Antes da Codar.me, liderou migrações de sistemas legados, substituiu contratos de consultoria por aplicações internas e reduziu times inteiros a operações enxutas. Fundou a Codar.me em 2019. Formou 700 desenvolvedores. Hoje opera os três pilares da empresa: produto, educação e consultoria.